quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Eu!





Ninguém venha me dar vida,que estou morrendo de amor,
que estou feliz de morrer,
que não tenho mal nem dor,
que estou de sonho ferido,
que não me quero curar,
que estou deixando de ser,
e não quero me encontrar,
que estou dentro de um navio,
que sei que vai naufragar,

já não falo e ainda sorrio,
porque está perto de mim
o dono verde do mar
que busquei desde o começo,
e estava apenas no fim.

Corações, por que chorais?
Preparai meu arremesso
para as algas e os corais.
Fim ditoso, hora feliz:
guardai meu amor sem preço,
que só quis quem não me quis.
(Cecília Meireles)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sorria!

Eleições!!!... É certo e incontroverso que os políticos usam um sem-número de artimanhas visando atrair o eleitorado, inclusive “caras e bocas”, bem, alguns exageram no sorriso amarelo. 
 

Além disso, temos as velhas promessas clichês: “Prometo que eleito vou melhorar a saúde (só se for a deles), educação e moradia (deles também), além de gerar mais empregos para a população (população de parentes deles)”. Eis a democracia!

Ah! E não podemos deixar de ressaltar aqui a comédia do horário eleitoral, que mais parece um teste de atores concorrendo à vaga para o programa de humor Zorra Total da rede globo.
Prezados, diante deste arsenal de bizarria eles ainda proibiram de fazer comédia com o assunto política. Na verdade, nem precisamos fazer comédia, os próprios já o fazem!!...







Hoje na Bahia...

     São tantas marcas que nem sei por onde começar...

Não lembro se te contei, mas toda noite os meus sonhos só pedem você bem aqui... E esta saudade de algo que nunca tive (mas sinto ter) insiste em me seguir...
E, assim, as palavras me fogem, assustadas com desmedido sentimento...